Prisioneiros do Passado e Contadores de Histórias

by barbeirodapatracola


38682_f1No passado domingo de manhã, na esplanada do C.D. Milhafre da Patracola (desta vez não foi na Laura), antes da missa, estavam 4 conhecidos patracolenses a falarem de política, e em que o assunto se relacionava com a ARPICA e com o papelinho da roupa suja que andou a circular pelas caixas de correio. Um desses patracolenses, enervado com o assunto, dizia que o PC(Patracola) sairia sem grandes mazelas dos esquemas da ARPICA e que tal como no passado, iriam conseguir ultrapassar mais uma crise mesmo sem haver expulsões do partido como pretendem muitos camaradas, a começar por um pontapé na peida no camarada meia leca Оsоriиоv por ter sido responsável por uma dúzia de camaradas ter entregue o cartão de militantes devido ao envolvimento deste na confusão da ARPICA e das eleições. Pouco depois desataram a dar exemplos das matrafices do passado e como essas matrafices não impediram que o PC(Patracola) reconquistasse a Câmara em 2009.
Não faltou muito para que nomes de camaradas envolvidos em histórias das cooperativas viessem para cima da mesa e como isso tudo foi abafado pelo tempo. É então que um dos patracolenses resolve o assunto dizendo alto e em bom som “NÃO SE PREOCUPEM QUE A HISTÓRIA MAIS UMA VEZ SERÁ CONTADA POR NÓS”

Nós aqui na barbearia, também concordamos que sim, até porque o que não falta na Patracola, são camaradas PRISIONEIROS DA HISTÓRIA:

  • O Presidente da Câmara Kim Jong-Pereira é professor de história e resume-se a queixar do passado e a invocar os grandes comunistas do passado. Consta que ainda ninguém o ouviu falar do presente ou futuro.
  • O Presidente da Junta de Freguesia da Patracola, Ricardo Mémé escreve boletins de histórias dos nossos avós. Dizem os amigos mais chegados que ele desde mais novo sempre foi estranho e que passava os dias a olhar para o anteontem
  • O Presidente da Assembleia da Patracola, Professor Rambo, é ele próprio um monstro sagrado da história de Portugal e dos métodos de ensino do Estado Novo, onde a régua e o pontapé eram lei.

Por isso, patracolenses, preparem-se que para limparem o camarada meia leca Оsоriиоv ainda vamos ver o Câmara da Patracola a atribuir-lhe um voto de louvor pelos bons serviços prestados à comunidade ou até quem sabe, atribuírem-lhe uma medalha. Já faltou mais

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