Espaço reservado aos patracolenses – Campanha de angariação sócios do Águias da Patracola

by barbeirodapatracola


tiro_22_tucano_depenadoExiste uma nova angariação de sócios para ao Águias da Patracola.

Acho que nos devemos inscrever, afinal por uma quota mensal temos direito a:
– Descontos no futebol que acabou;
– Descontos no aluguer do ginásio para jogar futebol ou outros, mas que está fechado;
– Leitura de jornais diários, mas que têm que trazer de casa que o Fugra já não fia mais e que já não existem;
– Participação nos jantares da direcção, que desde que o Armindo e o Emídio basaram, já não se fazem que é preciso trabalhar e o presidente tem um cargo muito importante que não lhe permite cozinhar, servir à mesa ou lavar a loiça.
– Participar nos bailes e qualquer tipo de eventos apenas destinados a sócios, que há muito que acabaram;
– Candidatar-se a um posto de trabalho no clube, que apesar de remunerado, há meses que não é pago.
– Ter direito a ver televisão no 1º andar, deste que funcione e de vez em quando o Marçal pague as contas para não levar com os sócios ocupas que não consomem nada no bar.

Depois também têm, ginástica, natação, triatlo e outras merdas que qualquer um pode ir sem ser sócio.
Deviam ter vergonha e fazer antes um peditório para pagar as contas.

É pena ver um grande clube com História, que um presidente arrogante, muito importante e que não quer trabalhar, consegue derreter, derrubar e destruir, mesmo que eleito “legitimamente” com quotas pagas em cima do joelho (porra esta faz-me lembrar alguns partidos políticos).

Com tudo isto, proponho que o clube se deixe de chamar Águias e adira à realidade e se passe a chama “Pinto depenado”. Qualquer dia um sócio chega lá e está à porta um daqueles papelitos das finanças ou dos credores a dize “Já Foste”.

Batendo mais uma vez no ceguinho, já se deram ao trabalho de ir ao mercado ver a “fabulosa” árvore de natal, daquelas que não se pode cortar, cuja construção foi anunciada no facecalhandras e no murmurante? É digna de se ver e aprender como não fazer. Eu tinha vergonha daquela “coisa” perto da minha porta.

Extranjeiro (Leitor identificado perante a Barbearia)

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