Troika Sexual na Barragem da Patracola

by barbeirodapatracola


Loaiza_LG_Bambi-Menage-a-troisTem-se falado muito dos motivos da poluição da nossa Barragem da Patracola e ninguém ainda acertou no verdadeiro motivo. Se pensassem que a partir de uma determinada hora há quem goste de ir esfarrapar para as margens da nossa querida albufeira e que depois não respeita a natureza, talvez percebessem o problema de contaminação que estão a provocar. É que se fosse um casalinho a ir lá de vez em quando, não havia problema. Mas se pensarmos que o pessoal do Baile das Velhas no fim da noite vai para ali esgalhar o pessegueiro para dentro de água e que começa a ser moda o pessoal da Patracola ir dar uma rapidinha e depois atiram as toalhitas com aqueles perfumes para dentro de água, talvez encontremos ali a explicação de todos os males que sofre a barragem. Há até quem no fim se ponha de cócoras e lave mesmo lá o pachocho. É que nem é pela infeção que apanham ou ficarem a cheirar a peixe morto. É depois ainda quererem que vamos lá com a língua.

Ontem depois do jantar, fui como habitualmente duas vezes por semana, dar uma corridinha à volta da barragem da Patracola. Quando cheguei à outra margem junto do Alto do Castelo, comecei a ouvir um arfar, primeiro baixinho e depois cada vez mais intenso. Até pensei que fosse o meu companheiro casual de corrida que por vezes se cruza comigo e que vinha mais atrás, mas quando vi um carro parado logo ali no virar do monte, deparei-me com aquele bonito serviço. É que agora vão para o esfarrapanço aos três de cada vez. Dois já não chegam. Duas malucas conhecidas cá da aldeia com idade para terem juízo (uma só a conheci pela voz estridente inconfundível). O marmanjo é que não era de cá. Antigamente vinham cá os almeirantes comer as patracolenses e tínhamos nós que depois andar à pedrada aos gajos e a furar-lhes os pneus das motas. Passados tantos anos, perderam outra vez a vergonha. E ainda há quem diga que a Patracola está em crise. O nosso super-sargento da GNR Malacão é que poderia também fazer umas rondas por aquelas bandas porque embora ele esteja a fazer um excelente trabalho a apanhar os criminosos da Patracola, está a esquecer-se que esta gente vai para ali e depois lavam-se nas águas e elas ficam cheias de verdete e cheiram mal. Há quem diga que existem toxinas na água, mas eu acho que é mesmo ranhoca. Com tanto espermatozoide a nadar lá dentro, as carpas ainda começam a parir sereias.

Mas adiante. Ontem depois de almoço fui beber café à pastelaria e qual foi o meu espanto quando ao estacionar a carrinha vejo o mesmo carro que tinha feito de puteiro nessa noite na barragem. Sentei-me na esplanada a mirar as redondezas e lá vejo o garanhão de peito cheio, feito de galo de cobrição, com uma mulher que o acompanhava. Sentaram-se na mesa ao lado e pude observar como a cadeira da esplanada se dobrava toda com o peso da senhora. Então percebi que esta era a oficial. E fazia duas das outras. Tá explicado !

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